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BRAGANCA CLASSIC FEST 2026

6º Festival BRAGANÇA CLASSICFEST

Director Artístico: Filipe Pinto-Ribeiro

 

SETEMBRO > DEZEMBRO 2026

 

Bragança - Portugal

 

Toda a informação em: CLASSICFEST.PT

 

 

BRAGANÇA CLASSIC FEST 2026

6.º Festival Internacional de Música

 

6.º Bragança ClassicFest expande-se a Espanha, lança o Bragança ClassicLab e recebe em estreia nacional a Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala de Milão

 

Orquestra de Câmara de Budapeste, Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala de Milão, O Bando de Surunyo, Schostakovich Ensemble, Mario Hossen, Philippe Graffin, Claudio Bohórquez, Filipe Pinto-Ribeiro e Maria Rueff entre os destaques da edição de 2026.

 

Entre 12 de setembro e 15 de dezembro de 2026, Bragança volta a afirmar-se como palco de referência da música clássica com a 6.ª edição do Bragança ClassicFest – Festival Internacional de Música. Sob a direção artística de Filipe Pinto-Ribeiro, o Festival apresenta uma programação de dimensão internacional que reúne prestigiados intérpretes, ensembles e orquestras europeias, promovendo o encontro entre artistas consagrados e jovens talentos e aproximando a música de públicos cada vez mais amplos e diversificados.

Depois de cinco edições marcadas pela excelência artística e pelo crescente reconhecimento, o ClassicFest dá em 2026 um novo passo na sua internacionalização, com a expansão da programação a Espanha, e aprofunda simultaneamente a sua dimensão educativa através da criação do Bragança ClassicLab, nova plataforma dedicada à criação artística, formação, investigação e mediação cultural.

 

De Bragança a Zamora

A edição inicia-se a 12 de setembro, às 18h, na Igreja de São Francisco, com um concerto de apresentação pelo Juventus Ensemble. No dia seguinte, 13 de setembro, às 20h, o mesmo programa é apresentado no Teatro Principal de Zamora, assinalando uma nova parceria transfronteiriça e aprofundando a cooperação cultural entre Portugal e Espanha.

O quinteto reúne os jovens músicos Telmo Costa (clarinete), Arieta Liatsi e Alfonso Pinto-Ribeiro (violinos), Gustavo Rebelo (viola) e Sofía Torres Durán (violoncelo), de nacionalidades portuguesa, grega e espanhola, num programa dedicado a Haydn e Mozart.

 

Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala de Milão estreia-se em Portugal

A programação principal inaugura-se no Teatro Municipal de Bragança, alma mater do Festival, com um dos grandes destaques desta edição: a estreia em Portugal da Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala, de Milão, formação constituída por destacados músicos do Teatro alla Scala e da Filarmonica della Scala de Milão.

Nos dias 26 de setembro, às 21h, e 27 de setembro, às 17h, a orquestra, liderada pelo violinista austro-búlgaro Mario Hossen, apresenta dois programas dedicados à música italiana, confrontando As Quatro Estações, de Vivaldi, com páginas virtuosísticas de Paganini.

No Dia Mundial da Música, 1 de outubro, às 21h, a Igreja de São Francisco recebe O Bando de Surunyo, num programa dedicado à Música e Poesia do Século de Ouro Ibérico.

 

Maria Rueff no Carnaval dos Animais

No dia 3 de outubro, às 21h, no Teatro Municipal de Bragança, um dos projetos mais singulares da edição reúne Maria Rueff e o DSCH Schostakovich Ensemble, composto por músicos de renome internacional - como Philippe Graffin, Claudio Bohórquez, Thorsten Johanns, entre outros - numa nova versão de O Carnaval dos Animais, de Camille Saint-Saëns, com textos de António Mega Ferreira. Música, humor e teatro encontram-se num espetáculo concebido para públicos de todas as gerações.

A música sai depois das salas de concerto: a 4 de outubro, às 17h, no Anfiteatro do Polis, o quinteto de metais 100 Caminhos apresenta A Arte dos Metais, num concerto ao ar livre.

No dia 9 de outubro, às 21h, na Igreja de Santa Maria, Filipe Pinto-Ribeiro apresenta Liszt, o Virtuoso, recital de piano integralmente dedicado à obra de Franz Liszt.

A programação principal encerra-se a 10 de outubro, às 21h, no Teatro Municipal de Bragança, com Fulgor Húngaro, pela Orquestra de Câmara de Budapeste, numa celebração do rico legado musical da Hungria.

 

Nasce o Bragança ClassicLab

A edição de 2026 assinala também o nascimento do Bragança ClassicLab, uma nova plataforma que prolonga a atividade do Festival através da criação, formação, investigação e mediação cultural, integrando residências artísticas, masterclasses, ensaios abertos, projetos educativos e cruzamentos interdisciplinares.

A primeira edição decorre em dezembro. No dia 14, o Conservatório de Música e Dança de Bragança e o Teatro Municipal acolhem masterclasses e uma residência artística com Esther Hoppe (violino), Lars Anders Tomter (viola), Christian Poltéra (violoncelo), Tiago Pinto-Ribeiro (contrabaixo) e Filipe Pinto-Ribeiro (piano), professores de instituições como a Universidade Mozarteum de Salzburgo, Academia Superior de Música de Oslo, Universidade de Lucerna e Universidade de Aveiro.

A 6.ª edição termina a 15 de dezembro, às 21h, no Teatro Municipal de Bragança, com Um Concerto de Natal, projeto de Música e Literatura que coloca em diálogo obras de Franz Schubert e Antonín Dvořák com Um Conto de Natal, de Charles Dickens. O concerto é antecedido por um ensaio aberto.

 

Excelência, património, formação e novos públicos

Criado em 2021, o Bragança ClassicFest tem construído uma identidade própria, conjugando excelência artística, internacionalização, valorização do património e uma forte dimensão pedagógica e de formação de públicos. Em 2026, a cooperação com Zamora e o nascimento do Bragança ClassicLab aprofundam esta vocação, reforçando simultaneamente a dimensão internacional, educativa e territorial do Festival.

 

Com direção artística de Filipe Pinto-Ribeiro, o Bragança ClassicFest é organizado pelo Município de Bragança, Teatro Municipal de Bragança e DSCH – Associação Musical, com o apoio mecenático da Fundação la Caixa

 

A programação detalhada, horários e informações sobre bilhetes podem ser consultados no site oficial do Festival: https://classicfest.pt/

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