Enviar luz para a escuridão dos corações dos homens – esse é o dever do artista.
Robert Schumann

"Filipe Pinto-Ribeiro, um dos principais músicos de Portugal, entusiasmou o público da Sala Rachmaninov com a sua maestria, no concerto com a Orquestra de Câmara do Kremlin sob a direcção de Misha Rachlevsky."
in Moskovskii Komsomolets, Ian Smirnitsky, 10/10/2008


“Trata-se de um desafio supremo à técnica pianística e às capacidades expressivas e intelectuais do intérprete.
Filipe Pinto-Ribeiro, o primeiro pianista português a interpretar a integral dos 24 Prelúdios e Fugas Opus 87 de Dmitri Schostakovich em concerto, mostrou-se à altura do desafio.”
in Público, Cristina Fernandes, 02/10/2006


“Na sala de concertos Aram Khatchaturian, o público apreciou plenamente o som requintado, de “pérola”, do pianista Pinto-Ribeiro, acompanhado pela Orquestra Filarmónica da Arménia sob a direcção do mundialmente famoso maestro americano John Nelson.”
in AZG Armenian Daily, Svetlana Sarkissian, 21/12/2005

“Em suma, um programa de extraordinária coerência e inteligência que cativa logo à partida pelo seu grande sentido. Alia-se a este facto o imenso talento artístico de Filipe Pinto-Ribeiro.”
in Notas Soltas, Fundação Calouste Gulbenkian, 03/11/2004


“Haydn - "As Sete Palavras de Cristo na Cruz": Uma obra genial e praticamente desconhecida na sua versão pianística interpretada com autoridade. Pinto-Ribeiro mostrou especial afinidade com a sobriedade do estilo clássico numa leitura cristalina do texto e sem quaisquer vestígios de excentricidade.”
in Público, Rui Pereira, 22/03/2004


“Numa interpretação extremamente virtuosa, o pianista português Filipe Pinto-Ribeiro demonstrou os seus talentos.”
in Das Corps, Stefanie Klein, 15/03/2002


“Um pianista que alia a pujante solidez da escola russa, o sentido da forma e a sensualidade do som a uma fecunda imaginação musical.”
in Público, Cristina Fernandes, 12/01/2002

“Magnífico pianista.”
in Público, Teresa Cascudo, 01/05/2001

  “Neste disco, Filipe Pinto-Ribeiro supera épocas e, da música, deixa a intemporalidade e a universalidade que a caracterizam. Não se pode querer mais.”
in Jornal de Letras, Maria Augusta Gonçalves, 06/06/2007


“O Schostakovich-Ensemble (DSCH) demonstrou energia, paixão e sentido dos contrastes, levando a sala a uma entusiástica ovação.”
in Público, Cristina Fernandes, 02/10/2006

“Dotado de grande pujança física e uma sonoridade imperial, própria da sua escola e da sua personalidade, Filipe Pinto-Ribeiro mostrou uma técnica soberba, uma capacidade de manipulação do som notável, uso do timbre variado e capacidade de renovação e de surpresa nos efeitos sonoros.”
in Crítico Musical, Henrique Silveira, 03/05/2005

“Em suma, um disco pensado, bem preparado e melhor executado.”
in Diário de Notícias, Bernardo Mariano, 26/06/2004


“O CD “Berlin Sessions” confirma os muitos méritos de Pinto-Ribeiro - virtuosismo técnico, apurado sentido dos contrastes no plano estilístico, da cor sonora, dos ataques, articulações e dinâmicas, sentido dramático e da arquitectura musical.”
in Público, Cristina Fernandes, 06/09/2003


“O que realmente se destacou foi o extraordinário talento de Filipe Pinto-Ribeiro para transmitir, sem filtros, uma emoção que é raro encontrar nos dias que correm. Um recital construído de forma inteligente e interpretado de forma emocionante.”
in Público, Teresa Cascudo, 06/07/2002


“Pinto-Ribeiro: um dos grandes pianistas portugueses.”
in Focus, Carlos Vaz Marques, 06/10/2001


“O concerto de Filipe Pinto-Ribeiro na repleta Sala Rachmaninov da capital russa demonstrou o alto nível técnico do pianista e a capacidade de se expressar em diferentes estilos musicais.”
in Kultura, Rússia, 13/10/1999

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