Ousei muito, mas, da próxima vez,
verá que ousarei ainda mais…
César Franck

“Uma extraordinária 'Schubertíade' foi apresentada pelos instrumentistas do Shostakovich Ensemble muito aclamados por uma plateia totalmente esgotada.”
in Expresso, Ana Rocha, 25/04/2010


“O Trio para piano n.º 9 de Haydn foi uma maravilha nas mãos de Pinto-Ribeiro, Liza Ferschtman e Christian Poltéra. No Trio para piano, clarinete e violoncelo de Brahms, o Schostakovich Ensemble voou…”
in Público, Pedro Boléo, 30/03/2010


“Fusão de melodia e arquitectura no Teatro Caja Duero de Salamanca. Pinto-Ribeiro visitou-nos em outras ocasiões e obteve sempre grande sucesso. O concerto, com obras de Bach, Mendelssohn, César Franck e Schostakovich, deleitou o público pela beleza do recital.”
in Salamanca24horas.com, Alexandra Prieto, 05/07/2009


“Uma celebração da música de câmara. Sob a designação “Haydn e Mendelssohn, Entre Dois Mundos”, as obras foram inteligentemente agrupadas. A prestação do Quarteto Imperador de Haydn foi bastante viva, com fraseados e articulações bem cuidadas e atenção aos numerosos contrastes da partitura. O Sexteto de Mendelssohn é uma obra de fulgor juvenil, à qual o pianismo de Pinto-Ribeiro (com uma articulação clara e uma energia rítmica propulsora) imprimiu um carácter lúdico que muito entusiasmou a audiência.”
in Público, Cristina Fernandes, 08/06/2009


“Muita música francesa, o Carnaval e a presença de José Van Dam com óptimo acompanhamento de Filipe Pinto-Ribeiro. Uma interpretação inteligente e gratificante do Schostakovich-Ensemble no Carnaval dos Animais de Saint-Saëns. Espectacular interpretação de Tatiana Samouil, que brilhou com Pinto-Ribeiro, na Tzigane de Ravel. Obras de Schostakovich e Poulenc confirmaram que ali estavam grandes músicos também na flauta, no clarinete, nos pianos, no oboé e no fagote. No “Baile de Máscaras” de Poulenc, os músicos vieram mascarados e tocaram com alegria e vigor.” in Público, Pedro Boléo, 02/03/2009

"Filipe Pinto-Ribeiro, um dos principais músicos de Portugal, entusiasmou o público da Sala Rachmaninov com a sua maestria, no concerto com a Orquestra de Câmara do Kremlin sob a direcção de Misha Rachlevsky."
in Moskovskii Komsomolets, Ian Smirnitsky, 10/10/2008


“Trata-se de um desafio supremo à técnica pianística e às capacidades expressivas e intelectuais do intérprete.
Filipe Pinto-Ribeiro, o primeiro pianista português a interpretar a integral dos 24 Prelúdios e Fugas Opus 87 de Dmitri Schostakovich em concerto, mostrou-se à altura do desafio.”
in Público, Cristina Fernandes, 02/10/2006


“Na sala de concertos Aram Khatchaturian, o público apreciou plenamente o som requintado, de “pérola”, do pianista Pinto-Ribeiro, acompanhado pela Orquestra Filarmónica da Arménia sob a direcção do mundialmente famoso maestro americano John Nelson.”
in AZG Armenian Daily, Svetlana Sarkissian, 21/12/2005
  “Em suma, um programa de extraordinária coerência e inteligência que cativa logo à partida pelo seu grande sentido. Alia-se a este facto o imenso talento artístico de Filipe Pinto-Ribeiro.”
in Notas Soltas, Fundação Calouste Gulbenkian, 03/11/2004


“Haydn - "As Sete Palavras de Cristo na Cruz": Uma obra genial e praticamente desconhecida na sua versão pianística interpretada com autoridade. Pinto-Ribeiro mostrou especial afinidade com a sobriedade do estilo clássico numa leitura cristalina do texto e sem quaisquer vestígios de excentricidade.”
in Público, Rui Pereira, 22/03/2004


“Numa interpretação extremamente virtuosa, o pianista português Filipe Pinto-Ribeiro demonstrou os seus talentos.”
in Das Corps, Stefanie Klein, 15/03/2002


“Um pianista que alia a pujante solidez da escola russa, o sentido da forma e a sensualidade do som a uma fecunda imaginação musical.”
in Público, Cristina Fernandes, 12/01/2002

“Magnífico pianista.”
in Público, Teresa Cascudo, 01/05/2001


“Neste disco, Filipe Pinto-Ribeiro supera épocas e, da música, deixa a intemporalidade e a universalidade que a caracterizam. Não se pode querer mais.”
in Jornal de Letras, Maria Augusta Gonçalves, 06/06/2007


“O Schostakovich-Ensemble (DSCH) demonstrou energia, paixão e sentido dos contrastes, levando a sala a uma entusiástica ovação.”
in Público, Cristina Fernandes, 02/10/2006

“Dotado de grande pujança física e uma sonoridade imperial, própria da sua escola e da sua personalidade, Filipe Pinto-Ribeiro mostrou uma técnica soberba, uma capacidade de manipulação do som notável, uso do timbre variado e capacidade de renovação e de surpresa nos efeitos sonoros.”
in Crítico Musical, Henrique Silveira, 03/05/2005

“Em suma, um disco pensado, bem preparado e melhor executado.”
in Diário de Notícias, Bernardo Mariano, 26/06/2004


“O CD “Berlin Sessions” confirma os muitos méritos de Pinto-Ribeiro - virtuosismo técnico, apurado sentido dos contrastes no plano estilístico, da cor sonora, dos ataques, articulações e dinâmicas, sentido dramático e da arquitectura musical.”
in Público, Cristina Fernandes, 06/09/2003


“O que realmente se destacou foi o extraordinário talento de Filipe Pinto-Ribeiro para transmitir, sem filtros, uma emoção que é raro encontrar nos dias que correm. Um recital construído de forma inteligente e interpretado de forma emocionante.”
in Público, Teresa Cascudo, 06/07/2002


“Pinto-Ribeiro: um dos grandes pianistas portugueses.”
in Focus, Carlos Vaz Marques, 06/10/2001


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